Transcript of EU TIREI UM COCHILO NA VIATURA E ROUBARAM MINHAS ARM4S đŸ€ŠđŸ»

Danilo Snider
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Cara tambĂ©m tem o Testemunha, essa vai dar um corte bom, inaugurava e tava reformando a companhia. Viatura quebrou, minha dividiu. A gente falou vocĂȘ vai, falou para o policial, vocĂȘ vai para um canto e tal, falou Ricardo, vocĂȘ vai lĂĄ para companhia nova, Fica lĂĄ no que apelar, nĂ©? SĂł beleza, mano. Cara, era um calor. Eu tava com uma dor de cabeça, Peguei meu carro, comprei um marmitex, falei vou para companhia nova, almoça, fico lĂĄ. Deu meu horĂĄrio para me render, eu vou embora. Entrei lĂĄ, mano, abriu o portĂŁo da nylon lĂĄ, arborizada, aquele gosto gostoso, sabe? Almocei, cara. AĂ­ sentei no carro, nĂ©? AĂ­ tava calor. Eu falei Ah, vou tirar o colete, nĂ©? Muito quente. Tirei o colete, abri as portas do carro, sentei, abre as portas, aquela brisa, o geladinho everybody soltar o cinturĂŁo. TĂĄ calor, nĂ©? Estou aqui. Que a poca corda I.

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Eita hoje eu estou compania. CadĂȘ minhas armas?

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Mano, parece que Ă© mentira, nĂŁo parece?

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CadĂȘ minhas armas? NĂŁo estou sonhando, mano. É possĂ­vel. Roubaram minhas armas.

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ImpossĂ­vel dormir na viatura e roubaram minhas armas desse corte.

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Falei Mano, que que eu vou fazer, senhor? Jå sei. Liguei para a companhia. AlÎ, soldado Ricardo, Eu estava aqui. Então os cara carapuça do Comando Vermelho levou minhas armas todas. Graças a Deus que não me mataram, meu irmão. Choveu de viatura.

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Comando Vermelho.

00:02:03

E.

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Eu segurando o B.O. Eu falei mano, que a pouco o cara foi para a companhia. Vamos para companhia. Chego lĂĄ, Era uma escada assim e eu estou lĂĄ embaixo quietinho. PĂŽ, foi. NĂŁo estive no Comando Vermelho, foi mano. CV Os caras do Rio queimam, IrmĂŁos, vamos te matar. Normal era o CV, mano. CV mesmo era porra nĂŁo te matar, filho Graças a Deus nĂŁo. Daqui a pouco o capitĂŁo desce e falou PolĂ­cia, essas armas sĂŁo sua por acaso. O comandante devolveram. Devolveu. VocĂȘ estava dormindo. O sargento passou lĂĄ te rondar, pegou suas armas. E agora a gente faz com vocĂȘ. O senhor sobe aqui, cara. Me deu naquela Ă©poca, nĂ©, mano? Naquela Ă©poca era bagulho aĂ­ de jantar, fiquei preso vĂĄrios anos. Ficou preso a. Minha mulher falava mano porque achava que eu tinha outra mulher. Mano, vocĂȘ fica muito preso mesmo hoje aqui Ăł. E sabe onde era a cadeia? JĂĄ tirei o segundo de choque.

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No segundo de choque. JĂĄ fiquei preso lĂĄ no negĂłcio sem fazer, nĂ©? Tipo, se nĂŁo recebe, nĂŁo sei se hoje tem ainda. VocĂȘ ficava cinco, seis dias, nĂŁo recebia, ficava detido lĂĄ e aĂ­ daĂ­ o capitĂŁo me chamou. AtĂ© hoje me orienta, falou meu chefe. Eu tomei um remĂ©dio para dor de cabeça. SĂł me perdoe o cara. Os caras se os cara entrar lĂĄ e te matar mesmo. Eu falei Chefe, eu sou um menino novo, vou aprender. Mas cara.

00:03:49

Essa.

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Sejam bem vindos ao maior podcast policial do Brasil com histĂłrias incrĂ­veis dos nossos herĂłis que combatem o crime todos os ...